Metodologia Agentic AI: como levamos um agente de IA até à produção
A Metodologia Sevways Agentic AI organiza o trabalho em seis blocos, dos casos reais da operação ao agente em produção. O agente sugere, a pessoa aprova, e a autonomia só cresce quando os números o justificam.
- envia
- nada
- respostas revistas
- todas
- envia
- depois de aprovada
- respostas revistas
- todas
- envia
- com registo
- respostas revistas
- só as de baixa confiança
- 01Descobrir●
- 02Desenhar●
- 03Avaliar●
- 04Construir e proteger●
- 05Piloto em modo sombra●
- 06Produção e melhoria◐
- 01
Casos reais desde o início
Começamos pelos emails, pedidos e documentos que a operação recebe todos os dias.
- 02
Avaliação contínua
Cada agente é testado com casos reais antes de cada mudança. Sem avaliação não há previsibilidade.
- 03
Uma pessoa decide
O agente lê o ERP sozinho. Escrever no ERP ou enviar um email passa sempre por uma pessoa.
Em resumo
- Blocos
- Seis, de Descobrir a Produção e melhoria
- Duração
- A combinar no diagnóstico
- Autonomia
- Modo sombra, aprovação completa e redução gradual
- Registo
- O que o agente leu, propôs e escreveu, no MAJISTI
Para quem
Administração
Quer saber o que a IA vai fazer, com que risco e quem responde por cada agente.
Direção de operações
Tem equipas a responder todos os dias às mesmas perguntas de clientes, fornecedores e colegas.
Equipas de atendimento
Passam a rever e aprovar respostas preparadas pelo agente em vez de as escrever do zero.
Equipa de informática
Precisa de ligar os agentes ao ERP com regras de acesso, registo e forma de desligar.
Como trabalha um agente feito com este método
Cada pedido passa pelos mesmos passos. Em cada um fica registado o que o agente leu e decidiu.
- Email de cliente ou fornecedor
- Pedido interno
- Dados do ERPlidos por ferramentas próprias, com as permissões de quem pede
- Encaminhar
- Extrair entidades
- Planear
- Executar ferramentas
- Validar
- Responder
- Responder
- Clarificar
- Escalar
- Registar
- Resposta propostauma pessoa aprova ou corrige antes de seguir
- Pergunta de clarificaçãoquando falta um dado
- Caso entregue a uma pessoana dúvida, o agente escala
Seis princípios
Dados reais primeiro
Desenhamos com os emails, pedidos e documentos reais de cada tema, incluindo os casos difíceis e o vocabulário do setor.
Ferramentas semânticas
O agente usa ferramentas com significado de negócio, com contratos definidos, em vez de consultas soltas ao ERP.
Avaliação contínua
Um conjunto de casos reais por tema, testes de regressão e testes adversariais correm antes de cada mudança.
Human in the loop
O agente sugere e a pessoa aprova. Escrever no ERP ou enviar um email exige sempre uma pessoa.
Entrega incremental
Primeiro o caminho mais comum, depois os casos difíceis, depois os outros temas e o canal de email.
Observabilidade total
Fica registado o que o agente leu, o que propôs, o que escreveu e quem aprovou.
O agente sugere, a pessoa aprova
Ler o ERP é automático. Escrever no ERP ou enviar um email precisa sempre de uma pessoa. A autonomia cresce por degraus.
1 · Modo sombra
O agente processa os pedidos reais e não envia nada. Comparamos o que faria com o que a equipa fez.
2 · Aprovação completa
Uma pessoa aprova ou edita cada resposta, e cada uma fica classificada como correta, parcial ou incorreta.
3 · Redução gradual
Só as respostas de baixa confiança passam por revisão. O resto segue com registo.
Cada falha vira um teste
Um erro encontrado entra no conjunto de avaliação e passa a ser testado em todas as versões seguintes.
Na dúvida, escala
Quando a confiança é baixa ou o pedido sai do âmbito, o caso vai para uma pessoa com o contexto já reunido.
Uma função por agente
Cada agente faz uma coisa. Procuramos cobrir a maior parte dos pedidos, não todos: o resto fica com as pessoas.
Quatro hábitos que ensinamos às equipas
Inspirados no AI Fluency Framework da Anthropic (os 4D: Delegation, Description, Discernment, Diligence). Valem para quem usa um assistente de IA e para quem aprova o trabalho de um agente.
Delegar
Decidir o que dar à IA e o que guardar. Exemplo: a IA resume o contrato; a decisão de assinar fica consigo.
Descrever
Explicar bem a tarefa, o contexto e o resultado esperado. Exemplo: «resposta curta ao cliente, em inglês, com a data de entrega confirmada no ERP».
Avaliar
Verificar o que a IA produziu antes de o usar. Exemplo: confirmar o valor e a data antes de aprovar a resposta.
Ter cuidado
Responder pelos dados que se usam, pelo que se envia e dizer quando houve IA. Exemplo: não colar dados pessoais num assistente sem regras de uso.
O que medimos
Os mesmos indicadores do piloto à operação. Os valores a atingir combinam-se com cada empresa no diagnóstico.
Intenção certa
Se o agente percebeu o que o pedido quer.
Dados extraídos
Se encontrou no pedido o cliente, a encomenda, a expedição ou a data certos.
Ferramentas
Se as consultas ao ERP correram e devolveram o que deviam.
Respostas corretas
Quantas respostas a pessoa aprovou sem alterar.
Passagem a uma pessoa
Se o agente escalou os casos que devia, e só esses.
Tempo de resposta
Do pedido recebido à resposta pronta para aprovar.
Custo por tarefa
O consumo de modelos e serviços de cada pedido tratado.
Revisão humana
A parte das respostas que ainda passa por uma pessoa, e como evolui.
Seis blocos, do primeiro workshop à operação
- 1 · Descobrirworkshops com os operadores, cada tema tratado como uma capacidade, indicadores, modelo de operação e política de segurança; acompanhamos o trabalho real, lemos os emails de cada tema e mapeamos as intenções e onde está cada dado no ERP
- 2 · Desenharferramentas semânticas com contratos MCP, limites e política de confiança (responder, clarificar ou escalar); arquitetura do agente, servidor MCP e registo de tudo o que faz
- 3 · Avaliarconjunto de casos reais por tema, avaliação automática por um segundo modelo, testes adversariais e de regressão; corre antes de cada mudança
- 4 · Construir e protegerdesenvolvimento por etapas; acesso por perfil, dados pessoais mascarados, proteção contra instruções escondidas nos pedidos, cortes automáticos e passagem a uma pessoa quando algo falha
- 5 · Piloto em modo sombrao agente trabalha com pedidos reais sem enviar nada; no fim, a decisão de avançar ou não é da empresa
- 6 · Produção e melhoriaarranque e formação das equipas; depois, ciclos semanais, mensais e trimestrais de melhoria
As durações de cada bloco combinam-se no diagnóstico, conforme o número de temas e o estado dos dados.
O agente sugere, a pessoa aprova
Escrever no ERP ou enviar um email passa sempre por uma pessoa. A revisão só diminui quando os casos reais mostram que o agente acerta, e cada falha passa a teste permanente.
Ligado a
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Quem decide durante o projeto?
Um comité de direção e um comité de projeto, com ponto de situação semanal e relatório mensal. A passagem do piloto à produção é uma decisão da empresa.
Como passa um uso de IA de pessoal a crítico?
Há três níveis de uso: pessoal, equipa e crítico. Cada passagem de nível tem regras próprias de aprovação, registo e avaliação.
Quem acompanha a IA em cada área?
Cada área tem um responsável que conhece o processo, recolhe os casos difíceis e ajuda os colegas a usar os agentes.
Como se sabe o que o agente fez?
Fica registado o que o agente leu e escreveu, o que propôs e quem aprovou. Esse registo vive no MAJISTI, a torre de controlo de IA da Sevways, e serve a revisão mensal da Operação de agentes.
Quer aplicar a metodologia a um processo seu?
Começamos por um diagnóstico: escolhemos os temas, vemos os dados e combinamos os blocos e as durações.
Tem um projeto? Vamos falar.
Resposta em 24 horas úteis, a partir de Óbidos.


